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A lupa de alguém

Sou operadora de caixa num supermercado Continente modelo. É esse universo que eu trato neste espaço...

A lupa de alguém

Sou operadora de caixa num supermercado Continente modelo. É esse universo que eu trato neste espaço...

Ainda há quem não entenda a importância das regras

Estou a acabar de atender um senhor, a seguir está um casal, que parece estar com alguma pressa. Digo para avançarem. No entanto, a mulher ao invés de se manter ao lado do marido, a colocar os artigos no tapete,  passa para o outro lado, encostando-se literalmente ao outro senhor (até este ficou surpreendido) que ainda não tinha saído do outro lado. Eu digo " desculpe mas não pode passar, assim não está a manter a distancia"! Ao que ela responde, incomodada e até meio zangada:  "tanta coisa, tanta coisa"!

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3 comentários

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    A-lupa-de-alguem 02.04.2020 20:18

    Quando estas novas regras foram implementadas, na primeira semana, eu até estava surpreendida pela positiva, via as pessoas a acatarem as regras, e até a pedirem desculpa, quando erravam, por falta de conhecimento, eu até dizia " não há problema, estamos todos a no adaptar".
    Entretanto, de vez em quando lá aparecem estás pessoas, que acham tudo exagerado.
    A senhora recuou porque o marido a puxou. Mas só me apetecia dizer que quem não aceita, tem de escolher outro lugar...
    Nem sempre é fácil!
    Obrigada pelas simpáticas palavras!
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    SantosSilva 09.04.2020 22:23

    As pessoas simplesmente não têm consciência... Nem absurdas o bem bem estar delas mesmas! Também sou Operador de Caixa e há dois dias aconteceu uma situação com uma cliente, que desde então eu decidi não dizer mais nada e deixá-los fazerem o que querem... Metam se todas umas em cima das outras à vontade ... Estava a atender uma senhora a passar lhe as compras na caixa, e temos umas linhas desenhadas no chão para que o próximo cliente ali se mantenha até acabarmos de passar as compras do cliente que estamos a atender para que assim se mantenha a distância de segurança e para que também possamos higienizar e desinfectar o tapete rolante. Só quando as compras já se encontram no outro lado é que o próximo cliente deve avançar. Pois bem... Mal o tapete ganhou um pouquinho de espaço a senhora que se seguia começou logo a enfiar para lá coisas e a chegar-se para cima da cliente que eu estava a atender. Educadamente lhe pedi que se mantivesse junto a linha a aguardar que eu acabasse de passar as compras da senhora para que se mantivesse a distância de segurança. Resposta da Senhora: "Não sei qual é o seu problema!!! Daqui a nada vou estar aí ao pé de si! " Ao que lhe respondi que eu não estava a alertá-la para minha segurança, pois exposta já eu estou ... Mas sim por estar a zelar pela segurança tanto da senhora que eu estava a atender como pela dela. Mas só pela atitude arrogante com que ela falou para mim que não lhe disse nada de mal, e não apenas ela mas vários clientes que tenho visto a darem este tipo de respostas a outros colegas, decidi desde então não dizer mais nada a ninguém. As pessoas têm de ter consciência, sabem bem o que se passa no País, sabem as medidas de segurança que devem tomar, não as tomam problema delas... Quando aparecerem infectadas pode ser que abram a pestana... Já que não nos ouvem nem nos respeitam... Acham que são donas da razão... Então força nisso...
    Só acho "graça" é que dentro do supermercado, quando andam a encher os carrinhos vejo os muito preocupados" em se desviarem uns dos outros, mas depois quando chegam à caixa vale tudo.
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