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A lupa de alguém

Sou operadora de caixa num supermercado Continente modelo. É esse universo que eu trato neste espaço...

A lupa de alguém

Sou operadora de caixa num supermercado Continente modelo. É esse universo que eu trato neste espaço...

Ser solidário

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Olá, ontem recebi um pedido de ajuda e  apelo. E se é para ajudar, vamos ajudar. Aliás peço a todos vós que por aqui passam que também divulguem este apelo nos vossos blogs, de forma a que sejamos muitos. O Lourenço é um menino de apenas 3 anos e precisa de ajuda. Vamos ajudar?

 

Visitem o blog no endereço:

 

http://lourenco_olutador.blogs.sapo.pt/

  

Fiquem com a apresentação do apelo em:

 

http://www.youtube.com/watch?v=vL-FZLYFGXo

 

 

O São Martinho

 

Gostava de ter escrito este post ontem , mas não tive oportunidade. Queria só dizer que o povo português é mesmo um povo de tradições. No dia de S. Martinho, quase todos os clientes levavam nas suas compras castanhas, e também alguns compraram um licor de jeropiga.

 

Ainda houve um velhote que perguntou se vendíamos água pé! Eu disse que achava que não, mas encaminhei-o para o corredor das bebidas onde estavam os colegas da secção!

 

E vocês seguiram a tradição?

O espaço reduzido da Operadora de Caixa

O assunto que hoje aqui falo é justamente do curto espaço em que uma operadora de caixa tem de estar no seu turno de trabalho. Deve ter menos de dois metros.

 

Praticamente só nos movimentamos de um pé para o outro, a passar os artigos. Mas é completamente normal e sempre foi assim. O que me incomoda é o seguinte: nós colocamos á nossa frente um montinho de sacos para irmos embalando algumas compras, e mesmo havendo sacos em cima do tapete, os clientes tem a mania de ir tirar-nos os sacos da frente! Ai como eu detesto isso. É como se estivessem numa outra loja e entrassem pelo balcão a dentro e invadissem o espaço do lojista, estão a entender-me?

 

Já não basta termos que nos restringir aquele diminuto espaço, como também ainda nos querem invadir o nosso espacinho! É que há coisas que não fazem mesmo sentido!

 

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Em busca do cestinho perdido...

 Hoje uma cliente chegou ao pé de mim e disse-me:" menina não viu o meu cesto? Deixei-o aqui para ir ali ao corredor do arroz, e agora desapareceu?" Perguntei há quanto tempo e ela respondeu que cerca de dois minutos. Como não tinha clientes, saí da caixa e fiquei ali a observar e reparei que havia um outro cestinho ali num corredor sem dono.

 

Em menos de um ou dois minutos chega um senhor todo atrapalhado, pois tinha levado o carrinho/cestinho errado. Lá resolveram o mal entendido. A atrapalhação do senhor foi tão engraçada, o homem era muito cómico e ao mesmo tempo pacato.É mesmo coisa de  homens, são tão distraídos nas compras!

 

  

A atitude do cliente foi picuinhas!

 Já aqui falei algumas vezes sobre o facto de por vezes haver clientes que deixam o carrinho ou o cesto a marcar vez. E continuo a dizer que o carrinho não marca vez!

 

O que aconteceu desta vez foi que uma cliente, já com os artigos em cima do tapete, e depois de já ter passado alguns artigos, lembra-se de um artigo que se tinha esquecido e pediu para o ir buscar. Eu disse que sim, que ela podia ir enquanto eu ia passando os artigos. Uma situação completamente normal, habitual e bastante compreensível. Se não fosse um cliente picuinhas a intervir. Pois ele começou a dizer que não tinha de estar à espera, que uma vez deixou um cesto na fila e que foi logo passado para trás!

 

Enfim discurso de cliente picuinhas! Toda a gente percebeu que ele estava a exagerar!

 

Crianças de colo e crianças ao colo, qual a diferença?

 Há meses no meu local de trabalho, houve uma pequena alteração nas caixas.  A caixa que antes era chamada prioritária  e onde era dada ( digo dada por gentileza e não por obrigação) prioridade a grávidas e deficientes deu lugar a uma caixa exclusiva e inclui mais uma vertente, tem uma figura de uma pessoa com uma criança ao colo.

 

Agora a caixa está quase sempre fechada, tem um telefone, e quando alguém nestas condições quiser pega no telefone e chama uma operadora só para a atender? É bom não é? Então porque será que quando se resolve um problema nasce outro? Uma cliente confidenciou-me que uma mãe pegou de propósito no filho de cerca de 5 anos ao colo para pedir para ser atendida lá! Talvez por isso no inicio da implementação desta ( nova) caixa a supervisora tenha dito :" olha: é crianças de colo ( entenda-se pequenotas) e não alguém com uma criança  bem crescida ao colo!"

 

Ora digam lá se no meu Modelo não há clientes criativos? É que estão sempre a tentar dar a volta à questão de modo a terem sempre razão!

 

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