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A lupa de alguém

Sou operadora de caixa num supermercado Continente modelo. É esse universo que eu trato neste espaço...

A lupa de alguém

Sou operadora de caixa num supermercado Continente modelo. É esse universo que eu trato neste espaço...

Mas eu sou aí preciso?

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Por vezes acontecem situações muito parecidas, e eu nem escrevo para não me tornar repetitiva. Mas há outras vezes em que há um cliente que prima pela originalidade. Este cliente, pousou as suas compras no tapete e desapareceu, não ficou ali na fila a aguardar a sua vez. Chega o momento de eu registar as compras e a cliente que está na fila diz-me que aquelas coisas não são dela, e outro cliente diz que também dele não são! Mas afinal de quem eram aquelas compras ali abandonadas? Cerca de três metros à frente está um senhor ( idade +/- 35) parado a ver vitrinas de outra loja. Lá no sítio onde estava diz:" Isso é meu!" E nisto o cliente que estava na fila diz: " então e não dizia nada!"- Ao que este cliente responde:" Então mas eu sou aí preciso para alguma coisa?"

 

Não sei se o meu relato deu para entenderem bem, mas passo a simplificar: um cliente larga as compras no tapete, e acha que não tem de se preocupar com mais nada e vai dar uma volta porque o resto do trabalho é da operadora e ele não faz lá falta alguma!

 

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