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A lupa de alguém

Sou operadora de caixa num supermercado Continente modelo. É esse universo que eu trato neste espaço...

A lupa de alguém

Sou operadora de caixa num supermercado Continente modelo. É esse universo que eu trato neste espaço...

Qual o critério do cliente na escolha da caixa?

O-Caixa-rapido-do-supermercado[1].jpg

Já por diversas vezes pensei, no que será que realmente interfere na escolha da caixa para o cliente. Será que é aquela que lhe parece ter menos gente na fila ou na que parece ter a operadora mais simpática ou naquela que já conhecem e por quem já têm alguma afinidade, ou ainda, na que parece ser mais despachada!?

 

Um destes dias, estava eu no lugar de cliente num supermercado do continente, mas não do continente onde trabalho. Vejo um casal a chegar com o seu carrinho e vejo o senhor a dirigir-se para uma caixa. Mas, senhora diz para o marido: " Não, para essa não, que ela passa tudo muito depressa, e não me deixa arrumar as coisas como eu gosto!" Depois, vi-os procurar outra caixa, que até tinha mais pessoas na fila.

 

Deduzo então, que para alguns clientes, importa mais terem tempo para arrumar os seus artigos conveniente á sua maneira , do que a rapidez...

 

Mas acredito que nem todos tenham a mesma opinião, certo!?

3 comentários

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    A-lupa-de-alguem 15.12.2015 10:06

    Mas lá por a funcionária falar mais ou menos com os clientes, não interfere com o registo, porque o registo é feito com as mãos e não com a língua.
    Além disso há times, se assim se pode chamar, parados, por exemplo, esperar que o cliente marque o código do multibanco, que o talão saia, nesses pequenos intervalos falar/comunicar com os clientes é normal.
    Por vezes o dar á língua faz parte do trabalho e das perguntas e informações que temos de dar/fazer ao cliente!
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    Ana 15.12.2015 10:54

    Isso não é totalmente verdade. Há muitas que encontram uma pessoa conhecida na fila e ficam lá a contar a vida toda, mesmo depois de as compras terem (lentamente) passado e de as compras já estarem pagas.
    Aconteceu ainda na semana passada no Pingo Doce e uma senhora que estava na fila teve a coragem de pôr fim à situação alto e bom som para todas as caixas ouvirem. Havia de haver mais gente com essa coragem.
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